André Souza

Inteligência Emocional

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O TRABALHO E A VIDA

São duas as causas que freqüentemente nos impedem de sentir a “alegria de trabalhar”.

Uma, é a atitude mental de considerar o trabalho como “castigo”, “algo que foi imposto”, “algo que deve ser feito”, em vez de considerá-lo algo que tomamos para nós, porque o queríamos.

Quando nossa mente está dominada pela idéia de obrigatoriedade, mesmo os trabalhos mais interessantes e agradáveis acabam sendo um sacrifício.

Quando não sentimos amor pelo trabalho, torna-se impossível concentrarmo-nos nele, o que vem a se constituir a segunda causa da perda da alegria de trabalhar.

Nada contribui mais para a perda da força vital do que trabalharmos com a mente dispersa, pensando ao mesmo tempo em diversas coisas, em vez de concentrarmos nossa mente naquilo que estamos fazendo.

Um trabalho ao qual dedicarmos nossa alma jamais nos deixará esgotado.

Isto porque, em tal trabalho, quanto mais nos dedicarmos, mais a nossa VIDA se manifestará através dele.

O cansaço nada mais é que o estado decorrente de não conseguirmos manifestar nossa VIDA livre e plenamente através do trabalho.

Se você não gosta de seu trabalho e o executa só porque é seu dever, certamente ficará muito mais cansado do que se trabalhasse com satisfação e com amor.

Se o amor não estiver presente em seu trabalho, a VIDA não estará presente, e consequentemente estaremos nos exaurindo gradativamente. (M. Taniguchi)

http://www.geocities.com/seijirovix/TextosparaRefletir/otrabalhoeavida.html

Comentario:

Passamos oito horas por dia em nosso trabalho, portanto precisamos fazer algo que gostamos, mas mesmo assim um dia ele pode se tornar maçante e não mais vai ser um estimulo para você. Então o segredo é propor-se uma meta que vai lhe provocar excitação, que vai lhe fazer com que você continue tentando, mas que você possa alcançar, mesmo que com um esforço muito extraordinário.

André Souza

MOTIVAÇÃO NAS EMPRESAS

 A verdadeira motivação só é efetivamente conseguida, quando os colaboradores conseguem realizar suas necessidades e seus objetivos de vida, dentro e através da própria empresa.

A motivação só e possível em ambientes em que confiança e a lealdade estejam no centro das relações da empresa. Onde prevaleça a ética e o respeito mútuo entre as pessoas. Onde haja esforço contínuo para compatibilizar objetivos pessoais com os objetivos empresariais.

A motivação plena só é atingível na medida em que não existam medos de qualquer natureza na organização.

Este é um aspecto extremamente importante em tempos de mudanças aceleradas, tempos em que inúmeras ameaças afloram.

Isto exige da alta administração esforço consciente e intenso para que decisões de “sobrevivência” não destruam o ambiente e as relações entre a empresa e os colaboradores.

Caso contrário, compromete-se irremediavelmente o potencial de contribuição das pessoas, principal patrimônio das empresas em tempos de desafios, novas tecnologias e competição.

Não se constrói nada duradouro sem a integração da inteligência e das motivações, sem a contribuição criativa e solidária das pessoas.

http://www.geocities.com/seijirovix/TextosMotivacao/motivacaonasempresas.html

comentario:

A motivação é um componente importante da liderança, pois motivar é influenciar e inspirar a ação.

Reconhecimento, elogio, apreciação, oportunidade de crescimento, desafio e satisfação no emprego, são estímulos motivadores, que incentivam as pessoas a colocar mais energia, esforço e entusiasmo em seu trabalho.

André Souza

Adversidades

 

O antropólogo Carlos Castañeda dizia que a diferença entre um homem comum e um guerreiro é o fato de que o primeiro encara todas as situações da vida como benção ou castigo, sorte ou azar, enquanto o guerreiro as vê como um desafio a experimentar.

 


O guerreiro busca conhecer e lidar com suas dificuldades para poder vencê-las em favor de seu desenvolvimento. Ele sabe que, vencendo suas dificuldades, aprimora atitudes e procedimentos, e consegue o melhor de si mesmo diante de qualquer situação que se apresente.

 


Portanto, protagonista é aquele que decide interpretar a adversidade como uma circunstância e um aprendizado da vida; é quem escolhe a inteligência e a esperança em vez da auto-piedade e do desespero.

 

(Eduardo Carmello – Supere! A arte de lidar com as adversidades – Ed. Gente)

Comentário: 

Toda meta tem um preço, recheada de dificuldades e tombos pelo caminho. O ponto é: qual a sua capacidade para continuar a avançar? Uma diferença fundamental entre os que empacam e os que seguem em frente é a postura em relação às dificuldades da vida.

É praticamente uma lei na vida que quando uma porta se fecha para nos, outra se abre. A dificuldade está em que, freqüentemente, ficamos olhando com tanto pesar a porat fechada, que não vemos aquela que se abriu.

André Souza

 

 

OTIMISMO: O GRANDE MOTIVADOR

O otimismo é uma atitude que impede de cair na apatia, no desespero e tristeza perante as adversidades. O otimismo (um otimismo realista, compreenda-se, porque um otimismo ingênuo pode ser desastroso) influencia a forma como as pessoas explicam a si mesmas os seus êxitos e os seus fracassos.

Os otimistas têm tendência a considerar que os seus fracassos se devem a algo que pode mudar, e por isso é mais fácil que na ocasião seguinte lhes saiam melhor.

Em contrapartida, os pessimistas atribuem os seus fracassos a obstáculos que se consideram incapazes de modificar.

Por exemplo, ante um insucesso, ou uma paragem laboral, os otimistas tndem a responder de forma ativa e esperançada, procurando ajuda e conselho, vendo a boa direção, procurando remover os obstáculos; os pessimistas, pelo contrario, consideram logo esses contratempos como algo quase irremediável, e reagem pensando que quase nada podem fazer para que as coisas melhorem, e não fazem quase nada. Para o pessimista, as adversidades quase sempre se devem a alguma deficiência pessoal insuperável ou a alguma conspiração egoísta e má dos outros.

O otimismo é muito importante na vida das pessoas, portanto a questão chave é que se vá em frente quando as coisas se mostrarem frustrantes. (Autor desconhecido)

 

comentário:

Não chegaremos a conclusões pessimistas se nos aperfeiçoar. A chave está em aprender a mudar um pouco a maneira de pensar, o estilo com que explicamos as coisas que nos afetam e a atribuição das causas do que nos sucedem.

O otimismo é muito importante na vida de qualquer pessoa, e na tarefa de educar pode-se dizer que é imprescindível, pois a educação de certa forma, pressupõe o otimismo, pois educar é crer firmemente na capacidade de o homem melhorar os outros e de melhorar a si mesmo.

André Souza

Liderança!!

OS GRANDES MITOS SOBRE LIDERANÇA
Muitas teorias sobre formação de líderes acabam se transformando em verdades absolutas. Desconfie delas. Nem tudo o que existe por aí faz realmente sentido na prática. Confira:

 

1- Qualquer um pode se tornar um líder
Muitos executivos não têm autoconhecimento ou autenticidade necessários para exercer a liderança. Esses requisitos são apenas parte da equação. Para ser um líder, a pessoa precisa querer. Há quem prefira dedicar mais tempo à vida particular do que ao trabalho. Afinal, trabalho não é tudo na vida e ser chefe não é tudo no trabalho.

 

2- Quem chega ao topo é um líder
Outra ilusão é acreditar que toda pessoa que ocupa um cargo de liderança seja um líder. Existem pessoas que chegam ao topo por causa de traquejo político, e não pela verdadeira qualificação como líder.

 

3- Um líder gera bons resultados financeiros
Se um balancete saudável fosse questão de boa liderança, seria fácil escolher um líder. A estratégia mais usada tem sido roubar o pessoal de empresas com excelente desempenho. A realidade não é tão simples.

 

4- Todo líder é um grande mestre
Há uma espécie de indústria informal em torno do conceito de que todo bom líder deve ser um bom mestre - o tal do coach. A tese, no entanto, parte do princípio de que uma única pessoa teria o poder de motivar as tropas e transmitir know-how técnico. Naturalmente, é possível que um grande líder seja um ótimo coach. Mas é algo que raramente se vê.

 

VImage Bank* Robert Goffe e Gareth Jones são, respectivamente, professor de comportamento organizacional da London Business School e executivo sênior da BBC

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