André Souza

Inteligência Emocional

Archive for maio, 2008


OTIMISMO: O GRANDE MOTIVADOR

O otimismo é uma atitude que impede de cair na apatia, no desespero e tristeza perante as adversidades. O otimismo (um otimismo realista, compreenda-se, porque um otimismo ingênuo pode ser desastroso) influencia a forma como as pessoas explicam a si mesmas os seus êxitos e os seus fracassos.

Os otimistas têm tendência a considerar que os seus fracassos se devem a algo que pode mudar, e por isso é mais fácil que na ocasião seguinte lhes saiam melhor.

Em contrapartida, os pessimistas atribuem os seus fracassos a obstáculos que se consideram incapazes de modificar.

Por exemplo, ante um insucesso, ou uma paragem laboral, os otimistas tndem a responder de forma ativa e esperançada, procurando ajuda e conselho, vendo a boa direção, procurando remover os obstáculos; os pessimistas, pelo contrario, consideram logo esses contratempos como algo quase irremediável, e reagem pensando que quase nada podem fazer para que as coisas melhorem, e não fazem quase nada. Para o pessimista, as adversidades quase sempre se devem a alguma deficiência pessoal insuperável ou a alguma conspiração egoísta e má dos outros.

O otimismo é muito importante na vida das pessoas, portanto a questão chave é que se vá em frente quando as coisas se mostrarem frustrantes. (Autor desconhecido)

 

comentário:

Não chegaremos a conclusões pessimistas se nos aperfeiçoar. A chave está em aprender a mudar um pouco a maneira de pensar, o estilo com que explicamos as coisas que nos afetam e a atribuição das causas do que nos sucedem.

O otimismo é muito importante na vida de qualquer pessoa, e na tarefa de educar pode-se dizer que é imprescindível, pois a educação de certa forma, pressupõe o otimismo, pois educar é crer firmemente na capacidade de o homem melhorar os outros e de melhorar a si mesmo.

André Souza

“O mundo emocional de cada um dificulta ou favorece a sua capacidade de pensar, de sobrepor-se aos problemas, de manter com constância alguns objetivos. Por isso, a educação dos sentimentos estabelece um limite da capacidade de fazer render os talentos de cada um”. (Alfonso Aguilló)

“Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles”.  (Charles Chaplin)

Inteligência Emocional no Trabalho

“PODIUM É O LUGAR DE TODOS DA EQUIPE”

Motivação no trabalho

“O Mestre na arte da vida faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu lazer, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a sua religião. Ele dificilmente sabe distinguir um corpo do outro. Ele simplesmente persegue sua visão de excelência em tudo que faz, deixando para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo. Ele acha que está sempre fazendo as duas coisas simultaneamente.”

Texto Budista

Liderança!!

OS GRANDES MITOS SOBRE LIDERANÇA
Muitas teorias sobre formação de líderes acabam se transformando em verdades absolutas. Desconfie delas. Nem tudo o que existe por aí faz realmente sentido na prática. Confira:

 

1- Qualquer um pode se tornar um líder
Muitos executivos não têm autoconhecimento ou autenticidade necessários para exercer a liderança. Esses requisitos são apenas parte da equação. Para ser um líder, a pessoa precisa querer. Há quem prefira dedicar mais tempo à vida particular do que ao trabalho. Afinal, trabalho não é tudo na vida e ser chefe não é tudo no trabalho.

 

2- Quem chega ao topo é um líder
Outra ilusão é acreditar que toda pessoa que ocupa um cargo de liderança seja um líder. Existem pessoas que chegam ao topo por causa de traquejo político, e não pela verdadeira qualificação como líder.

 

3- Um líder gera bons resultados financeiros
Se um balancete saudável fosse questão de boa liderança, seria fácil escolher um líder. A estratégia mais usada tem sido roubar o pessoal de empresas com excelente desempenho. A realidade não é tão simples.

 

4- Todo líder é um grande mestre
Há uma espécie de indústria informal em torno do conceito de que todo bom líder deve ser um bom mestre - o tal do coach. A tese, no entanto, parte do princípio de que uma única pessoa teria o poder de motivar as tropas e transmitir know-how técnico. Naturalmente, é possível que um grande líder seja um ótimo coach. Mas é algo que raramente se vê.

 

VImage Bank* Robert Goffe e Gareth Jones são, respectivamente, professor de comportamento organizacional da London Business School e executivo sênior da BBC

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